Ferida e com seu corpo completamente desagastado, a serpente precisava devorar novamente cada realidade espalhada pelo universo desde seu último confronto com o rival canônico com o intuito de se reerguer mais uma vez.

Porém, a relatividade divina é muito complexa, e neste pequenino intervalo de tempo, uma série de civilizações, nações e mundos desenvolveram-se de cada bolsão de célula
vazado.

Civilizações muito peculiares entre si, algumas mais e outras nem tanto avançadas tecnologicamente, mas todas fantásticas.




A forma biológica predominante em cada realidade variava muito entre si, existiam mundos onde seus habitantes possuíam uma morfologia aparentemente humanóide, já outros eram completamente diferentes de tudo que a ciência já estudou, além da morfologia, os costumes também mudavam muito: no mundo dos vitors toda a economia é baseada em bobeirisses e doces, já o mundo dos 'humanos' rege como prioridade sempre o meio bélico.

E em uma dentre tantos mundos, vivia o nosso héroi...

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